1. A Menina Irresistível


    Fecha: 11/02/2026, Categorías: Hetero Autor: Papai Safado, Fuente: SexoSinTabues30

    ... barriga, depois embaixo dos braços, nos pés, fui descobrindo onde funcionava para ela. Vívian é uma criança bem divertida, ri alto e não ficou nem um pouco desconfortável com minhas cócegas. Chegou a deitar no sofá, rolando de tanto rir. Quando parei, deixei que recuperasse o fôlego e falei que entraria na piscina, afinal o calor era grande. Ela também veio e ficamos junto com meu filho e outras 4 crianças nos refrescando, até que chegou a hora de irem embora. Nesse dia Vívian me deu tchauzinho pela primeira vez, o que indicou que ela gostou da minha companhia e já me considerava um amigo – mesmo eu sendo adulto.
    
    No final de semana seguinte, as crianças voltaram para o banho de piscina. Eu estava vendo TV e lá fora, aquela algazarra de sempre. De repente, entra Vívian e senta-se ao meu lado.
    
    – Oi tio, tudo bem? – Oi Vivi, tudo, e você? – Tô bem. Você quer brincar de cosquinha hoje? – Se você quiser, eu quero!
    
    E comecei a futucá-la, que adorou minha disposição para a brincadeira. De vez em quando ela ficava de frente para mim, outras vezes de costas e eu não parava. Vez ou outra eu tocava no bumbum, na pepeca ou nos mamilos, fingindo ter sido sem querer, mas nunca duas vezes seguidas. Meus toques «acidentais» eram espalhados, para não parecerem intencionais. Assim, eu ia tirando casquinha do corpo da menina, sem que ela achasse que eu estava abusando dela. Não queria que ela me olhasse de cara feia e dissesse «Tira a mão daí», que é o que as mães mandam as filhas ...
    ... dizerem quando algum garoto tenta esse tipo de contato. Notei que Vívian não ligava, mesmo quando minha mão «acidentalmente» esbarrava em suas partes íntimas. Em alguns momentos ela parecia me incentivar, pois às vezes abria as pernas e ficava me olhando com um sorriso, como se esperasse meu contato na pepeca. Mas eu não fazia quando ela se oferecia: era sempre do meu jeito, com toques imprevisíveis. Depois eu disse que já estava bom de cosquinhas e que ela deveria voltar para a piscina. Vívian levantou-se, disse «Tchau, tio» e saiu correndo, empolgada.
    
    Naquela noite eu bati umas punhetas pensando naquela molequinha. Queria provar aquele corpinho de menina, saborear sua xerequinha lisa, seu bumbum gordinho. Precisava ir ganhando a confiança dela aos poucos, para que tudo fluísse naturalmente. Só de pensar naquela gostosinha se abrindo para mim e me deixando lambê-la, meu pau ficou duro como pedra. Eu não pensava em foder a menina, apenas fazer um oral bem gostoso… e quem sabe, receber um boquete. Mas como eu faria para provar aquela coisinha fofa e manter tudo em segredo? Primeiro eu precisaria descobrir se Vívian estaria disposta a se oferecer para mim. Depois, teria que fazê-la entender que não poderia jamais contar nada a ninguém. Isso era fundamental: eu não podia correr o risco de ter arruinado meu casamento, muito menos ir para a cadeia sob acusação de abuso sexual. Eu teria que ser muito cauteloso, conversar de forma que ela fosse capaz de entender os motivos para ...
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