1. A Menina Irresistível


    Fecha: 11/02/2026, Categorías: Hetero Autor: Papai Safado, Fuente: SexoSinTabues30

    ... baixo. Assim que o titio gosta, menina assanhada oferecendo a xaninha. Fui enfiando devagar a mão por dentro de seu short e tocando sua bocetinha lisa e carnuda. Vívian suspirava conforme sentia meus dedos passearem por sua região íntima. Aos 6 aninhos, a danada estava com a xerequinha molhada e não era de xixi. Fiz um carinho bem gostoso no grelinho, passando o dedo para cima e para baixo, fazendo movimentos circulares bem devagar. Eu falava que a pepeca dela era muito gostosa de apertar e esfregar, que era muito fofa, que eu estava adorando fazer carinho nela. Vivi sorria docemente, às vezes fechava os olhos e jogava a cabeça para trás, outras vezes remexia levemente os quadris para cima e para baixo.
    
    Era o instinto de fêmea despertando ao toque de um macho. Ela era uma menina inocente e curiosa, se abria toda, se oferecendo aos meus carinhos. Com a mão que afagava seus cabelos, passei a tocar seus mamilos por baixo da blusa. Ela estava ofegante, era evidente que sentia um enorme prazer com tudo aquilo e eu também, é claro: meu pau estava duríssimo e doía. Tirei a mão de dentro de seu short, ela abriu os olhos e me viu cheirar os dedos e provar seu caldinho de fêmea excitada. Eu disse que adorava provar caldo de pepeca e ela riu. Falei que eu queria provar mais um pouco e enfiei de novo a mão dentro de seu short para lambuzar os dedos naquela babinha. Tirei a mão, chupei meus dedos e ela ficou olhando, maravilhada. Fiz isso várias vezes, apreciando o sabor daquela ...
    ... bocetinha virgem. Eu dizia «Hum…» a cada chupada de dedos.
    
    Estávamos nessa brincadeira há uns 20 minutos, quando eu disse «Chega, agora vai para a piscina.» Vivi foi colocar o biquíni para se refrescar. Naquele dia antes de ir embora, ela não me deu tchauzinho: chegou perto de mim, me fez abaixar e me deu um beijo na bochecha, que eu devolvi junto com um sussurro: «Você é muito gostosa, Vívian. Só não conta pra ninguém, tá?» Ela acenou que sim e foi embora para casa. Nesta noite, bati três punhetas deliciosas pensando naquela safadinha de 6 anos. Infelizmente eu tive que viajar e fiquei um mês fora de casa. Quando retornei à rotina, logo no primeiro final de semana as crianças vieram para o banho de piscina. E Vívian veio a mim, desta vez de saia curtinha e sorriso no rosto.
    
    – Oi, tio. Fiquei com saudade de você. – Eu também fiquei com saudade de você, gatinha. – Vamos brincar de novo hoje? – Hum, eu não sei… Acho melhor não. – Ah, por quê? Vamos brincar de fazer carinho, tio. – Eu não quero que ninguém fique sabendo. – Mas ninguém vai saber. Eu não contei pra ninguém, nem vou contar. – Você sabe o que vai acontecer se a tua mãe ou teu pai descobrirem? – Sei, eu vou apanhar muito. Eles dizem que é errado criança brincar desse jeito com adulto. – Pois é. Eu não quero que você apanhe, nem quero teus pais vindo aqui pra brigar comigo. – Na escola disseram que a gente não pode deixar ninguém tocar no nosso corpo desse jeito. – Pra você é errado um homem fazer carinho numa ...
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